A Cidade

Fest Malhas On-Line 2020

#visitejacutinga

Encantamos com nossa gastronomia, Moda e Receptividade

Jacutinga / MG – Inserida no Circuito Turístico das Malhas do Sul de Minas, conhecida como a Capital Nacional das Malhas, encanta os turistas com sua gastronomia típica mineira, a riqueza arquitetônica herdada dos imigrantes Italianos muito bem preservada e principalmente suas malhas. A cidade possui 25.979 habitantes e cerca de 1100 empresa voltadas ao segmento de malharia.

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Turismo: muito além das malhas

Líder na produção têxtil e referência na moda brasileira, o Circuito das Malhas do Sul de Minas oferece muitas coisas além disso: clima de montanha, com altitudes superiores a 1.300 metros, uma rica cultura com marcante influência de imigrantes italianos. Junte a essa cultura as belezas naturais, montanhas, rios e cachoeiras de tirar o fôlego, pessoas hospitaleiras e você terá um dos agradáveis destinos do Brasil.

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Turismo histórico

Jacutinga, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, foi palco importante do embate na revolução de 32. Na cidade passava a única linha férrea a ligar o Leste paulista com a região da Mogiana e uma linha de telégrafo importante para permitir o contato do comando federalista em Minas com então a capital do país, Rio de Janeiro. Na área urbana não houve combates, mas o comando e tropas do governo federal ficaram ali sediadas. No entanto, a região foi palco de confrontos entre os exércitos paulista e federalista.

Roteiros Túristicos

Turismo ecológico, rural e cultural, conheça as principais roteiros e prepare a sua viagem.

Conheça Jacutinga

Caminho da Prece de Jacutinga
Após percorrer o Caminho da Luz e Caminho de Santiago, na Espanha, um grupo de amigos de Jacutinga, no período da semana santa de 2007, realizou pela primeira vez o Caminho da Prece de Jacutinga com muita tranquilidade, companheirismo, meditação e espiritualidade. O êxito da primeira experiência, a ótima recepção ao longo da caminhada e o belo cenário do interior e das montanhas de Minas foram estímulos para que 71 percorressem o caminho nos anos seguintes, sempre na época da Semana Santa, com um grupo cada vez maior. Desde 2013, além da Semana Santa, outra caminhada é feita em dezembro; o grupo continuou a crescer.
Para estender os benefícios dessa caminhada aos amantes do esporte e outros interessados, os organizadores passaram a demarcar o trajeto e a colocar pontos de apoio ao longo do caminho. Passaram também fornecer credencial e certificado de participação. Desde 2015, os moradores e proprietários de estabelecimentos comerciais à beira do caminho também se envolvem no projeto. Naquele ano, foi realizado o lançamento oficial dessa nova rota peregrina e turística no Sul de Minas Gerais.
São 71 quilômetros de extensão, passando pelos municípios mineiros de Jacutinga, Ouro Fino, Inconfidentes, Tocos do Moji e Borda da Mata. É uma ótima opção de caminhada para finais de semana, sendo um caminho intermediário, de curta duração, que além dos atributos de meditação, encontro consigo mesmo, integração com pessoas simples, com a natureza e com situações do dia a dia, serve ainda como preparação para quem pretende fazer uma caminhada ou peregrinação mais longa.
A sede e o ponto de partida são na Praça Delfim Moreira (antiga estação ferroviária). O roteiro passa por bairros de Ouro Fino e Tocos do Moji e chega na Basílica de Nossa Senhora do Carmo, no Centro de Borda da Mata. Hoje o Caminho da Prece de Jacutinga é referência entre os peregrinos e recebe todos os finais de semana grupos de pessoas dos mais variados lugares do Brasil e exterior.

Jacutinga vai à guerra – Revolução de 32
A Revolução Constitucionalista de 1932 foi o movimento iniciado por São Paulo, entre julho e outubro daquele ano, com a intenção de derrubar o governo provisório de Getúlio Vargas.
Jacutinga, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, foi palco importante deste embate armado. Na cidade passava a única linha férrea a ligar o Leste paulista com a região da Mogiana e uma linha de telégrafo importante para permitir o contato do comando federalista em Minas com então a capital do país, Rio de Janeiro. Na área urbana não houve combates, mas o comando e tropas do governo federal ficaram ali sediadas. No entanto, a região foi palco de confrontos entre os exércitos paulista e federalista.
Fazendas, casarões, trincheiras, igrejas, pontos de artilharia e estações ferroviárias, assim como outros como lugares de passagem, combates e acantonamento de tropas – hoje fazem parte da Rota da Revolução. A Rota da Revolução foi criada em 2016, em parceria pelas secretarias de Cultura de Itapira e de Jacutinga, para incrementar o turismo na região.
São 65 quilômetros, saindo da antiga estação ferroviária no centro de Jacutinga, passando pelos bairros rurais de São Luiz, Machado e Sapucaí no estado mineiro, bairro Eleutério, Barão Ataliba Nogueira e fazenda Malheiros no estado paulista retornando pelos bairros mineiros como fazenda da Mata, fazenda Bom Café e bairro dos Stecca. O percurso pode ser feito a pé, de bicicletas ou de ônibus.
Em cada parada, as pessoas podem ouvir as histórias do conflito. O Marechal Eurico Gaspar Dutra, que seria presidente do Brasil entre 1946 e 1951, era o major e comandante das tropas federalistas de Minas Gerais, que acamparam na Fazenda da Mata, um dos pontos do roteiro. Netos, bisnetos de pessoas que viveram naquele tempo recontam as memórias de seus antepassados. E dos anônimos que pereceram na guerra: o Túmulo do Soldado, um memorial erigido em terras da fazenda Malheiros, guarda os restos mortais de um soldado cuja identidade se perdeu com o passar do tempo.
É um roteiro em permanente construção: outras cidades de Minas e São Paulo se interessaram por participar da iniciativa. Assim, outros levantamentos serão feitos, novos lugares acrescentados, mais histórias serão contadas. Um bom passeio histórico cultural.

Livro Sobre a História Sócio Econômica e Cultural de Jacutinga e Sul de Minas 

Em Jacutinga, ha caminhadas organizadas, como o caminho da prece e a rota da revolução. A cidade conta com um guia local para a observação de pássaros. Já o fest malhas leva até 200 mil turistas a cidade.

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